estive aí.
não fiquei.
fui e vim,
um número ímpar de vezes.
talvez não tenha ficado.
talvez...
ao primeiro fechar de olhos,
partilhar-me-ia.
contra o vento,
contra os medos,
contra a balança,
nossa.
partilharia este corpo,
com outro corpo,
teu.
mas meu ser
neste corpo,
meu,
poderia haver aí!
não fosse ele
pouco eloquente.
ao ponto de se contradizer ao espelho
com um não!,
ou de dizer sim!,
irremediavelmente,
com a convicção do inconsciente.
segunda-feira, 8 de junho de 2009
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